Colóquio Internacional “Fortificações Medievais. História, Conservação e Fruição”

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O IEM (Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) e a EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural) estabeleceram em 2014 um acordo de cooperação científica e técnica em prol da investigação, estudo e divulgação do património histórico e arqueológico do Castelo de São Jorge / Alcáçova de Lisboa que permitiu criar um programa de atividades pioneiro no contexto nacional do relacionamento entre unidades de investigação e instituições de cultura, pois pretende partir da investigação académica para conseguir obter novos conhecimentos sobre o castelo e alcáçova de Lisboa que possa depois ser disponibilizados ao grande público.

O colóquio Fortificações medievais – história, conservação e fruição, inserido nessa parceria, pretende cruzar num mesmo fórum historiadores, especialistas em conservação e restauro, gestores culturais de monumentos e decisores de modo a partilhar saberes e a criar momentos de reflexão e discussão que possam contribuir para um melhor conhecimento desse tipo de monumento numa visão integrada que permita uma fruição mais sustentada por parte da sociedade.

 

LOCAL

Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Torre B, Auditório 1

PROPINA DE INSCRIÇÃO

20€ – Público em geral

5€ – Estudantes e alunos FCSH e funcionários EGEAC

INSCRIÇÕES / INFORMAÇÕES

Instituto de Estudos Medievais

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da

Universidade Nova de Lisboa

(+351) 21 790 83 00 | iem.geral@fcsh.unl.pt | http://iem.fcsh.unl.pt

 

PROGRAMA

João Ricardo Pateiro – Prémio trabalho jornalístico/ Media

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“Este prémio representa inicialmente uma surpresa, não estava à espera e de inicio nem estava a conseguir perceber o porquê, depois de ter percebido a lógica, representa muito até porque é algo que eu desde criança gosto bastante que são museus e que visito desde criança. Foi muito curioso que na parte final estavam dois senhores da Marinha e do Aquário Vasco da Gama é algo que visitei desde criança em excursões de escola. E o prémio significa bastante e é uma honra um privilégio ter esta distinção por tudo, por aquilo que representa para Portugal este património e sinto-me muito honrado”.

Museu Nacional Soares dos Reis
Porto, 9 de Junho 2017

Sara Barriga – Diretora do Museu do Dinheiro – Prémio Melhor Museu de 2017

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“É uma surpresa e uma satisfação receber este prémio, claro que é o reconhecimento dos museólogos, desta área profissional que move os museus, por isso, é muito importante para nós. Por outro lado, o prémio também é muito importante porque nos permite divulgar mais e melhor o museu. O museu existe porque tem uma função social e a sua função é realmente dar um contributo à sociedade através do conhecimento, através daquilo que nós podemos fazer para que as pessoas, através do saber, possam ser mais livres para fazer as suas escolhas. O contributo que o museu dá à sociedade é um contributo ativo e posiciona-se no domínio do social e cívico e nisso que nós acreditamos ser o papel dos museus hoje.

O Museu do Dinheiro inaugurou em abril de 2016, durante o primeiro ano tivemos a oportunidade de fazer muitas iniciativas de perceber aquilo que nos aproximava mais dos nossos públicos e aquilo que fazia mais sentido em prol da promoção do museu e continuamos sempre e questionamo-nos sempre como fazer melhor, é esse o nosso lema e este prémio da APOM ajuda-nos a também a posicionarmo-nos neste caminho”.

Museu Nacional Soares dos Reis
Porto, 9 Junho 2017